A Cia Teatrofídico continua sua pesquisa sobre Brecht.
Nesta quarta dia 06/05 vamos fazer uma espécie de brainstorm sobre o autor mais político que já vimos: leitura de cenas da peça Ascenção e queda da cidade de Mahagonny, poesias, vídeos, bate papo, perfomance...
Vc quer participar com alguma contribuição artística? Só chegar.
A entrada é franca.
Com
Simone Vasconcellos
Janaina Bissolatti
Cátia Chagas
Anelise Caldini
Renato Del Campão
Célia Trevisan
Plínio Mosca
Vini Lima
Zeka Neto
Letícia Bettio
Guilherme Fraga
Edu Kraemer
Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny (1930) é uma ópera satírica de Bertolt Brecht (libreto) e Kurt Weill (música), criticando ferozmente o capitalismo, a ganância e o hedonismo. A trama retrata uma cidade fictícia criada como paraíso do prazer, onde tudo é permitido, exceto a falta de dinheiro, resultando no colapso moral e social de seus habitantes.
Principais Aspectos:
Temática: A obra ironiza a sociedade de consumo, onde o dinheiro governa todas as relações humanas, transformando prazer e pessoas em mercadorias.
Contexto: Escrita na República de Weimar, reflete a instabilidade econômica e a busca desenfreada por prazer nos anos 20.
Teatro Épico: Utiliza o distanciamento (Verfremdungseffekt), técnica de Brecht para impedir a identificação emocional do público, incentivando a reflexão crítica sobre as situações políticas e sociais em cena.
A "Cidade do Pecado": Fundada por criminosos para escapar da lei, Mahagonny atrai pessoas com promessas de "liberdade" e "prazer", mas transforma-se em uma armadilha, resultando na execução de Jim Mahoney por não conseguir pagar por seus prazeres.
Música: Kurt Weill criou uma trilha que sublinha a crítica social, famosa pela "Alabama Song".
Esta obra continua relevante como uma alegoria sobre a exploração econômica e a impunidade, frequentemente montada para refletir crises contemporâneas.
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