TRÊS CARAS, ENTRE DUAS CIDADES, QUE FORMAM UMA BANDA
Treze anos após uma longa pausa, a Superguidis está de volta. Agora, na clássica formação de power trio, traz a mesma força criativa que fez dela um dos grandes destaques da cena da música independente brasileira. Conhecida por suas letras introspectivas e sonoridade que mistura elementos do rock alternativo e indie, as músicas abordam temas do cotidiano e experiências pessoais, sempre com uma pegada autêntica e cheia de energia.
A banda de Guaíba/Porto Alegre formada por Ândrio Barbosa (voz e guitarra), Diogo Machado (baixo e vocais) e Marco Pecker (bateria) tem três discos oficiais lançados em sua carreira. Superguidis (2006), A Amarga Sinfonia do Superstar (2007) e Superguidis 3 (2010) – este último sendo álbum duplo, com um disco acústico gravado em Porto Alegre, e músicas de estúdio gravadas e produzidas por Philippe Seabra (Plebe Rude) e mixado por Gustavo Dreher. Com grande repercussão nacional, o terceiro disco da Superguidis foi trending topics no Twitter, no Brasil, no dia do seu lançamento.
Com passagens pelos principais festivais do país, além de shows na Argentina e Uruguai, a Superguidis se consolidou como uma das bandas mais importante do cenário do rock brasileiro em seus primeiros dez anos de existência. Como destaca Cristiano Bastos, jornalista e escritor da saudosa revista Bizz: “A fonte de boas canções pop-distorcidas não secou, o grupo é hitmaker de mão cheia”.
No início de 2006, a banda foi considerada um dos “13 nomes do novo rock que realmente importam”, ao lado de artistas internacionais como Arctic Monkeys, em matéria especial da revista Bizz. Também foi indicada pela MTV gaúcha como a banda revelação do Rio Grande do Sul, por unanimidade de opinião de críticos e produtores. No final de 2006, seu disco de estreia foi eleito pela Trama Virtual, um dos sites musicais mais importantes do país na época, o melhor disco independente do ano.
“Sensibilidade pop que poucas bandas conseguem atingir”, registrou a Folha de S. Paulo em seu caderno Ilustrada, sintetizando a opinião sobre o disco de estreia da banda gaúcha, que esgotou a tiragem inicial de 1.500 cópias e teve milhares de downloads e visualizações de suas músicas e vídeos disponíveis na internet. “Paradoxal, de garagem e com forte apelo radiofônico”, escreveu o jornal Correio Braziliense, da Capital Federal, onde a banda já se apresentou por diversas vezes. “O disco merece figurar entre os melhores da década de 2000’, destacou o jornalista Marcelo Damaso, do Diário do Pará. “Melodia e agressividade nas guitarras, ironia e nonsense nas letras”, definiu o jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul.
Nos anos seguintes, a Superguidis participou dos principais festivais independentes do país, sempre com destaque na escalação e com resultados positivos de crítica e público. O grupo se apresentou nos festivais Porão do Rock, em Brasília, (ao lado dos americanos Mudhoney e dos brasileiros do Sepultura); MADA (Natal), junto com Skank e Paralamas do Sucesso; no Varadouro (Rio Branco); Goiânia Noise (Goiânia); Humaitá pra Peixe (RJ); Calango (Cuaibá); Virada Cultural (SP); Planeta Atlântida (RS); além de várias outras cidades do país e do interior do RS. Foi destaque no festival Abril Pro Rock, em Recife (PE), e confirmando a aceitação na Argentina, a Superguidis foi uma das três bandas brasileiras convidadas para participar da Feira Internacional de Música de Buenos Aires (BAFIN), a mais importante da América do Sul. Atravessando o continente, a Superguidis também entrou na lista das revelações da nova música nacional, em matéria especial da revista Brazuca, editada em Paris e voltada para a comunidade brasileira na França e na Bélgica.
Em 2011 – um ano depois do lançamento do terceiro CD – após o último show realizado no Sesc, em São Paulo, a banda anunciou o fim das atividades. Notícia que pegou a todos de surpresa, com destaque na revista Rolling Stone e diversos outros portais do Brasil. Era o fim de uma jornada de shows incríveis e memoráveis.
Retorno em 2025
Após um hiato significativo, em setembro de 2024, a Superguidis anunciou seu retorno aos palcos em 2025. A ideia surgiu após conversas com o selo Balaclava Records (SP), que trouxe a proposta de prensar em vinil o primeiro disco da banda, gravado em 2005 e lançado em 2006. Dessa forma, nada melhor do que botar o pé na estrada novamente e comemorar os 20 anos do disco homônimo, que levou a Superguidis a tocar em lugares – e figurar em listas do rock independente – inimagináveis para os quatro caras que ensaiavam em uma garagem na cidade de Guaíba.
11 de dezembro de 2025 - Quinta-feira.
21h - A casa abre às 20h.
Bilheteria: 19h30min
Ingressos: R$ 40,00 (lista afirmativa/meia-entrada)/ R$ 60,00 (solidário) / R$80,00 (inteira).
Solidário - Valor reduzido, com a doação de 1kg de alimento não perecível, disponível para qualquer pessoa. Válido para vendas antecipadas.
* Os alimentos deverão ser entregues no Ocidente, no momento da entrada ao evento. Lista Afirmativa - R$40,00 (lote exclusivo para pessoas Pretas, Indígenas, Trans e Travestis). Válido para vendas antecipadas.
Meia-Entrada - R$40,00 - Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados na Lei Federal 12.933/13.
Demais descontos:
* 50% para idosos: Lei Federal 10.741/03 – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto.
* 50% para jovens pertencentes a famílias de baixa renda: Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação da Carteira de Identidade Jovem e de documento oficial com foto.
* 50% para pessoas com deficiência (e acompanhante quando necessário): Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação do Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
*50% para professores - Docentes deverão apresentar identidade e contracheque ou carteira profissional.
Doador regular de sangue, é necessário estar registrado em um hemocentro ou bancos de sangue do estado do Rio Grande do Sul, com identificação oficial expedida pela entidade.
Inteira - R$80,00.
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